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Nesta sexta-feira, Felipe Salto, diretor-executivo do IFI (Instituição Fiscal Independente) do Senado e especialista na análise de contas públicas comenta o impacto do aumento dos gastos públicos do governo para sair da crise do coronavírus. Na sua visão, o apoio a Estados e municípios deve ser feito por meio de gastos focados e temporários para evitar a contratação de uma herança impagável.

Felipe discute a falta de liderança na execução das reformas estruturais do País e na articulação imperativa ao regime de recuperação fiscal nos Estados: o pós-crise demandará enorme diálogo para evitar o colapso fiscal dos mesmos.

 

Felipe Salto é economista e mestre em Administração Pública e Governo pela FGV-SP. Consultor econômico foco em macroeconomia, contas públicas e contas externas, Felipe trabalhou na Tendências Consultoria, do ex-Ministro Mailson da Nóbrega, na assessoria do Senador José Serra. Professor e autor de artigos na Folha de S. Paulo, no Valor Econômico e no  Estado de S. Paulo. Em 2016 foi aprovado para exercer mandato de seis anos como Diretor-Executivo da recém-criada IFI – Instituição Fiscal Independente.

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