Luis Felipe Adaime | O mercado do crédito de Carbono

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Virtù News conversa com Luis Felipe Adaime sobre a dinâmica do mercado de carbono.

O mercado de créditos de carbono é um mercado de commodities determinado pela lógica da oferta e da procura. A ideia é que grandes poluidores, países ou empresas, possam compensar suas emissões pagando a quem não polui.

1 crédito de carbono representa 1 tonelada de carbono que teve sua emissão evitada ou foi retirada da atmosfera.   

A startup fundada por Adaime, a MOSS.Earth, é uma plataforma especializada na compra e venda de créditos de carbono. O negócio consiste em conectar investidores interessados em comprar créditos daqueles que não poluem. Os ativos fazem parte de projetos certificados internacionalmente, a maioria deles na Amazônia.

Por abrigar a maior floresta do mundo, a Amazônia, o Brasil tem enorme potencial para se beneficiar desse mercado.

Luis Felipe Adaime | O mercado do crédito de Carbono

00:12 A dinâmica do mercado de crédito de carbono
06:20 O mercado voluntário de carbono
10:38 A credibilidade dos Fundos ESG
13:42 O valor da preservação da Floresta
17:05 Atuação da MOSS.earth na Amazônia
19:16 O que falta para o desenvolvimento do mercado
22:04 Tributação do mercado de carbono
23:21 A grande oportunidade para o Brasil
27:26 O crédito de carbono como estratégia de crescimento

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Curadoria
 

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8/3 SEGUNDA

    1. NO ESTADÃO. Uma transformação muito positiva. Ao diminuir os incentivos a partidos nanicos, a cláusula de barreira é um passo importante para reduzir a atual fragmentação partidária.
    2. NO ESTADÃO. Almir Pazzianotto Pinto. O presidente e a reeleição. “Como a oposição lidará com o problema e se organizará em frente única, é difícil saber. Os adversários do presidente Jair Bolsonaro revelaram total incapacidade de comunicação com a opinião pública.”
    3. NO ESTADÃO. Fernando Henrique Cardoso. A epidemia e a política. “Por enquanto o que se vê é uma mídia quase unânime na crítica à falta de condições de quem nos governa para manter um mínimo de coerência na ação. É muito, mas é pouco. Enquanto não aparecer alguém com força para expressar outro caminho viável, o presidente leva vantagem.”
    4. NO ESTADÃO. A emancipação das estatais. Documento da OCDE alerta para os riscos do uso político das empresas estatais.
    5. Na FOLHA. Carlos Zarattini. As alterações previstas na Lei de Improbidade Administrativa são adequadas. Descrições dos crimes precisam ser mais objetivas, evitando subjetividades.
    6. NO ESTADÃO. Adriano Pires. Alertas sobre a MP de privatização da Eletrobrás. Privatizar a estatal é fundamental, mas não há espaço para aventuras, nem para milagres, nem para milagreiros.
    7. NO PODER 360. Alexei Macorin Vivan. É preciso reduzir os subsídios na energia elétrica.
    8. NO VALOR. Economia desacelera com falta de vacina. Economistas preveem recessão técnica como consequência da gestão do governo Bolsonaro em relação à pandemia.
    9. NO VALOR. Eduardo Matias. Por um marco legal mais ambicioso para as startups. Projeto encaminhado pelo governo ignorou temas tributários e trabalhistas.
    10. NA FOLHA. Samuel Pessôa. Artigo que caiu da PEC Emergencial diz muito sobre nós.
    11. NA FOLHA. Marcos Lisboa. O inferno são os outros. ‘As críticas às medidas para conter o crescimento do gasto público obrigatório são  rebatidas com a lembrança dos nossos problemas sociais. No fim do dia, contudo, a expansão permanente do governo termina sendo consumida por aumentos na despesa com servidores, com poucos avanços na qualidade da política pública.’
    12. NO ESTADÃO. Paulo Leme. Tamanho (do pacote) não é documento. Plano de auxílio nos EUA não foca no que é necessário: investir em infraestrutura.
    13. NA FOLHA. Guilherme Tinoco e Felipe Salto. Mário Covas deixou saldo de modernização da máquina pública.
    14. NO BLOG DO IBRE. Laísa Rachter. Igualdade de gênero traz benefícios também para a economia. 

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